As Crônicas de Nárnia: O Sobrinho do Mago

Olá pessoal.

Agora estou lendo os livros das crônicas de Nárnia porque gosto muito dos filmes, e já acabei de ler o primeiro livro.

Que para quem não sabe, ele vem antes do livro do primeiro filme.

Um livro que conta a história da criação de Nárnia.

Neste livro também temos crianças: Polly e seu amigo Digory que viverão muitas aventuras na mesma história.

É um livro muito bom que não dá pra parar de ler.

Os fãs de Nárnia não podem perder.

Vale a leitura.

Um abraço,

Léo, o devorador de livros

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El Ateneo

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Olá pessoal.

Estou mudando o dia dos posts para segunda.

Hoje quero compartilhar com vocês que gostam de ler assim como eu, uma livraria que visitei quando estive em Buenos Aires. Se vocês estiverem por lá, vale muito a pena fazer uma visita.

O nome da livraria é El Ateneo.

Em 2008, o The Guardian (jornal de Londres) classificou-a como a segunda livraria mais bonita do mundo. Sem dúvida é a mais bonita que eu já vi.

O prédio foi construído em 1919 para ser um teatro, o Gran Splendid.

Em 2000 o teatro foi transformado em livraria. Ela é visitada por mais de um milhão de pessoas por ano.

Ainda estão intactos os camarotes, o teto, os detalhes arquitetônicos. Até o palco com a cortina permanecem, sendo um local para café. No cardápio os sanduíches levam o nome de grandes escritores.

Eu comi lá uma chocotorta que estava uma delícia. Super recomendo.

Se vocês quiserem ir até lá, ela fica na av. Santa Fé, 1860.

Um abraço,

Léo o devorador de livros

O Chamado do Cuco

Olá Pessoal.

Fiquei um tempo sem postar textos porque estava de férias e não tive tempo para escrever.

Mas hoje tenho mais um livro para indicar para vocês.

O meu amigo Ale Valdetaro que me indicou.

É uma coleção de 4 livros e o de hoje é o primeiro.

Na história um caso de morte de uma mulher chamada Lula Landry, foi decretado como suicídio, porém um homem chamado John Bristow discorda e chama o detetive Strike que vai investigar o caso junto com sua assistente Robin.

O livro é muito legal e não dá pra parar de ler.

O final é extremamente surpreendente.

Querem saber o que acontece?

Então leiam o livro para saber.

Vale a leitura.

Um abraço,

Léo, o devorador de livros

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Perigo na Terra do Nunca – Parte 6

E a nossa aventura está chegando ao fim!!
Espero que vocês tenham gostado!
Feliz Natal!
Abraços,
Léo, o devorador de livros

PARTE 6 – FINAL

Rapidamente eles chegaram na Ilha da Caveira e logo avistaram na praia as ruínas de um antigo forte. Parecia abandonado.
– Sininho, entre e veja se os habitantes da ilha estão presos lá dentro. – pediu Peter.
Rapidamente a pequena fada verde entrou por um buraquinho na parede e voltou para contar o que descobriu. O problema, como vocês já sabem, é que a Sininho se comunica por sinais, não sabia falar a língua dos humanos. A fada acenou com a cabeça sinalizando que os habitantes estavam lá dentro, mas antes que ela pudesse avisar para tomarem cuidado, Peter e seus amigos trataram de arrombar o portão do forte. Ao entrarem viram todos amarrados no centro do grande salão e iam em direção a eles quando foram surpreendidos por uma enorme rede que caiu do teto e os prendeu na armadilha preparada pelo Gancho. Todos ficaram desesperados e tentavam sem sucesso se libertar.
Izzy e Jake mal podiam acreditar na aventura que viviam desde a decisão de conhecer a Terra do Nunca.
– Nossa, Izzy! Eu não imaginava que esse passeio seria tão emocionante e perigoso.
– Só espero que a gente saia vivo dessa!
Os meninos perdidos, as sereias e os índios gritavam por socorro. Peter e seus amigos lutavam para sair do embrulho, quando se ouviu uma gargalhada que ecoou nos ares:
– Hahahahahahahahaha! Funcionou! Eu sabia que um dia chegaria o seu fim, o menino que não quer crescer. Tanto tempo esperando por este momento.
– Seu bacalhau covarde, me tire daqui e lute como homem!
– Vou tirar já já, mas só se você disser quem é que manda aqui. Diga!
– É claro que sou eu, Gancho!
– Seu menino atrevido, nunca aprende? Agora que está preso nunca mais vai se salvar. O seu tempo está terminando e a ilha vai desaparecer.
A briga de xingamentos entre os dois continuava. Enquanto isso Izzy e Jake procurava uma forma de cortar aquele monte de cordas, mas eram muito resistentes.
De repente Jake lembrou de uma coisa importante: o canivete! Sem que ninguém percebesse seu movimento, ele começou a cortar as cordas. Fez sinal para todos e foram saindo da armadilha. Sem que Gancho percebesse enquanto brigava aos gritos com Peter Pan, os meninos perdidos deram um jeito de jogar a rede sobre o pirata e ele ficou emaranhado como um peixe na rede de pescar.
– KKKKKK! Agora sim você está parecendo um bacalhau preso na rede. kkkkkk! – gargalhou Peter Pan.
– Maldição! Você me paga por isso Peter. Não perde por esperar! Eu vou me vingar! – gritava Gancho tentando sair da sua própria armadilha.
O chefe da tribo indígena contou os índios para ter certeza de que todos estavam lá, incluindo a doce Lírio Selvagem. Todos estavam a salvo.
– Vamos! Corram! Temos pouco tempo antes do sol nascer. – gritou Jake.
– Precisamos chegar até a Ilha. Mas como? – perguntou uma das sereias.
– Não temos pó mágico para todos voarem. – lembrou Peter Pan.
Nesse momento a fada Sininho sobrevoou um grupo e espalhou pó dourado sobre todos.
A cena era lindissima. O sol nascia como uma gigantesca bola de fogo e era possível enxergar todos os habitantes da Terra do Nunca voando no horizonte de volta para a sua amada ilha.
Os índios fizeram uma enorme festa. Todos foram convidados. No centro da aldeia foi montada uma grande fogueira, os guerreiros tocavam tambores e a pequena Lírio Selvagem dançava com as outras índias em roda. Os meninos perdidos não resistiram e também entraram na dança fazendo a maior festa.
– uuhuuu… uuhuuu… uuhuuu… – uivavam como lobos e dançavam felizes os meninos. Dava para ouvir de longe.
Muito longe dali alguém ouviu e ficou furioso:
– Essa comemoração poderia ser minha. Eles não perdem por esperar! – lamentou o Capitão Gancho ainda tentando se libertar da armadilha que ele mesmo tinha feito.
Enquanto isso a festa continuava.
Peter Pan pediu um minutos de atenção de todos para fazer um discurso  de agradecimento.
– Gente, mais uma vez vencemos aquele bacalhau velho e salvamos nossa ilha.
– Hip hip hurra!!!! – gritavam os meninos.
– Queria agradecer a ajuda dos nosso novos amigos Jake e Izzy. Vamos dar uma salva de uivadas para eles ! – disse Peter Pan.
Izzy e Jake estavam muito felizes. Nunca imaginaram serem homenageados pelo herói da Terra do Nunca. E agora? Voltar para suas casa? Será que iriam acreditar quando contassem?
Peter tinha mais uma surpresa, um convite:
– Jake, Izzy, por que vocês não ficam vivendo aqui conosco? Viveremos muitas aventuras e você Izzy poderia contar histórias para os meninos perdidos. Eles precisam muito de uma mãe.
– Ai Peter, eu adoraria! Vai ser um prazer morar nessa ilha cheia de aventuras. E você Jake? – perguntou Izzy.
– Mas claro que eu aceito. Já estava pensando desde o início em ficar aqui. vai ser muito divertido. – respondeu Jake.
Nesse momento os Meninos Perdidos cercaram os novos amigos, pulando alegremente em uma enorme festa. Os mais novos gritavam insistentemente:
– Você vai contar alguma história hoje?
– Quando você vai contar uma história?
– Conta uma história hoje, conta! Conta! Conta! Promete? Promete?
– Tá bom eu conto. Mas desde que vocês me contem as aventuras que já tiveram por aqui. – propôs Izzy.
– Venham com a gente que nós iremos mostrar nossos lugares preferidos da ilha pra vocês! – convidou Cubby, um dos meninos mais próximos de Jake e Izzy.
E lá se foram todos em uma expedição que foi a primeira de muitas aventuras vividas pelos nossos heróis.

FIM

 

Perigo na Terra do Nunca – Parte 5

Mais um pouco da nossa aventura!
Abraços,
Léo, o devorador de livros.

PARTE 5

Peter Pan se aproximou dos botes com os marinheiros com todo o cuidado e soltou os remos que estavam amarrados fazendo com que caíssem na água. Começou a discussão entre os homens do gancho.
– O que foi isso? Perguntou um deles.
– Os remos se desprenderam, precisamos deles para voltar ao navio. – disse o outro.
– Então pegue logo, seu imbecil! Vá de uma vez!
– Vá você! Foi o seu remo que caiu.
– Hei! o que esta acontecendo? Os remos do meu bote desprenderam. – gritou um terceiro marinheiro.
Dali em diante começou uma grande confusão. Todos os marinheiro gritavam e discutiam sem parar, queriam descobrir quem havia prendido mal os remos aos botes e nenhum deles queria cair na água para resgatá-los.
Jake e Izzy, atentos ao que acontecia no mar, usaram o pó mágico dado por Peter e voaram até o navio.
A primeira pergunta era: onde estaria a Sininho?
A segunda pergunta era: onde estaria o maligno Capitão Gancho? Era bom saber para não dar de cara com ele.
Chegando ao navio, nossos heróis foram direto ao gabinete do gancho, que para a sorte deles estava aberto. Começaram a vasculhar a procura de alguma pista sobre o paradeiro dos habitantes da ilha e da Sininho. Jake ouviu um barulhinho bem de leve, parecia um sininho tocando muito fraquinho. Procurou de onde vinha o som e descobriu que era de algo que estava dentro de um armário. A porta estava fechada a chave.
– Gente, acho que encontrei alguma coisa e vem deste armário fechado. – falou Jake encostando o ouvido na porta do armário para escutar melhor.
– Plimplimplim…
– É a Sininho! O Gancho deve tê-la trancado aí dentro. Ela vai morrer se a gente não a tirar. Fadas não sobrevivem no escuro muito tempo. – falou Peter Pan preocupado.
– Precisamos da chave! – disse Izzy.
– Acho que eu tenho o que vocês procuram. – gritou uma voz conhecida.
– Desta vez você foi longe demais Gancho. Prepare-se para virar comida de crocodilo.
Gancho segurava a chave com a sua mão-gancho e com a outra ele manuseava a espada com grande facilidade. Peter tinha trazido a sua espada companheira de outros duelos. No ar a gente conseguia ouvir o tilintar das espadas. Izzy e Jake assistiam atentamente a luta e viam pela janela do navio que no céu começam a surgir os primeiros raios de sol. Será que será o fim da ilha mágica tão adorada pelas crianças? O que seria dos habitantes?
– Para que você precisa de uma fada? Você consegue voar sem pó mágico. – perguntava o capitão enquanto lutava.
– A Sininho é minha amiga e companheira. Mas você não entende nada de amizade, não é mesmo seu bacalhau? Isso deixou Gancho mais furioso.
– Como ousa? Prepare-se para morrer seu menino convencido e que não quer crescer!
Izzy lembrou que havia trazido no bolso uma banana para o caso de sentir fome e teve a ideia de jogar a casca no chão para que o Gancho escorregasse e caísse, assim poderiam agir rápido e pegar a chave.
Com muito cuidado para não ser vista, Izzy colocou a casca de banana no chão bem próximo dos pés pirata. Porém, nesse momento os lutadores trocam de posição e quem acaba escorregando na casca é o próprio Peter que cai no chão.
Com uma gargalhada sombria de satisfação Gancho debochou de Peter pensando que havia desequilibrado o seu inimigo com sua habilidade na espada:
– Te derrubei, não é mesmo pequeno menino verde? Cá! Cá! Cá! Cá! Cá! Agora é a minha hora! Quanto tempo eu esperei por isso…
O pirata, pensando ter vencido o duelo, avançou em direção a Peter Pan caído no chão para dar o golpe final. Sem se dar conta da casca de banana no chão, Gancho escorregou e caiu com tudo, fazendo um barulhão.
-Ahhh! Maldição!
O pirata quase perdeu a consciência, sua cabeça girava e ele ficou atordoado. Aproveitando o momento os meninos tiraram rápido a chave pendurada no Gancho e correram para libertar Sininho.
– Ainda não foi desta vez, seu bacalhau! – disse Peter Pan.
– Espera aí, vocês vão ver só! – resmungou o pirata tentando se levantar, porém era tarde demais.
Peter e seus amigos precisavam libertar Sininho e os outros habitantes. O tempo estava se esgotando rápido.
– Demorou Peter! Onde você estava? O sol já vai nascer. – reclamou a pequena fada. – E quem são vocês?
– Essa é uma longa história e não temos tempo agora. Vamos logo Sininho, precisamos encontrar os outros!
Saíram todos correndo da cabine do Gancho, deixando ele no chão.
Izzy estava encantada com a pequena fada e perguntou:
– Você sabe alguma coisa, Sininho? O Capitão gancho deu alguma pista de onde aprisionou os habitantes da ilha?
– Plimplimplim… – cochichou a fada no ouvido de Peter com medo de que os novos amigos não fossem verdadeiros amigos.
Peter percebeu que a menina Izzy ficou chateada porque a fada não parecia confiar nestes e explicou:
– Não fique triste, Izzy. A Sininho ainda não conhece vocês direito, logo ela entenderá que são nossos amigos.
– Tudo bem Sininho, você vai ver que só queremos ajudar a salvar a Terra do Nunca.
– Vamos gente, o tempo está acabando! Eu acho que sei onde eles podem estar – disse Peter apressando a todos – precisamos passar despercebidos pelos homens do Gancho.
Os piratas estavam muito ocupados brigando por um barril de rum e nem perceberam a fuga de Peter e seus amigos.
– A Sininho está dizendo que todos foram levados até uma outra ilha aqui perto. Vamos até lá.
Jake e Izzy pegaram mais um punhado de pó mágico que haviam guardado no bolso e alçaram voo. Era muito lindo voar sobre o mar, um vento gelado batia em seus rostos fazendo os cabelos esvoaçarem e dando um friozinho no estômago. Eles se olharam com os olhos de felicidades, sabiam que nunca esqueceriam dessa aventura. Era Tanta beleza vista lá de cima, o mar tão imenso e a mata tão verde que Izzy se distraiu olhando tudo encantada e ficou para trás. De repente sentiu um puxão no braço:
– Izzy! Vamos logo! Você não vê que o sol está quase nascendo no horizonte? Temos pouco tempo!

CONTINUA NA PRÓXIMA TERÇA FEIRA

 

Perigo na Terra do Nunca – parte 4

E a aventura continua . . .
Um abraço.
Léo, o devorador de livros.

PARTE 4

Jake estava muito excitado por estar na Terra do Nunca, lugar onde aconteceu tanta aventura. Era como ele tinha lido no livro, havia uma floresta imensa, com animais silvestres cruzando o caminho o tempo todo, também podia escutar o som das águas, rios e cachoeiras que chegavam ao lago das sereias. parecia um mundo encantado.
De repente eles avistaram uma árvore. Jake sabia que conhecia aquele lugar, mas precisava se aproximar mais para ter certeza. Era uma árvore grande, com muitos galhos fortes e neles havia redes penduradas. Jake lembrou de procurar a entrada. Ele lembrava que no livro havia um botão que acionava um escorregador que servia de entrada.
– Achei! É aqui! Essa é a casa dos Meninos Perdidos. Tenho certeza! – Gritou entusiasmado Jake.
– Será que a Sininho está aí dentro com eles? – Perguntou Izzy, já apertando o botão.
De repente desceu um escorregador e os dois entraram dentro da árvore. Porém, a surpresa foi grande. Era um espaço enorme, com camas, redes, uma mesa, roupas jogadas por todos os lados, uma bagunça geral. Procuraram por todos os cantos, mas não havia ninguém, nem sinal dos meninos. Jake perguntou:
– O que será que está acontecendo nessa ilha? Desde que chegamos parece que está tudo vazio, é como se todos tivessem desaparecido.
– Deve haver alguma pista, ninguém desaparece sem deixar rastro. Vamos procurar?
Assim, eles reviraram aquela casa que já era uma bagunça. Imagina como ficou depois da busca. Mas não encontraram nada. De repente ouviram um barulho.
– Esta chegando alguém, vamos nos esconder. – sussurrou Jake.
Se esconderam atrás de uma das camas e esperaram. Alguém entrou sorrateiramente como se também procurasse alguma coisa. Demorou alguns instantes e uma voz ameaçou:
– Ok! Saiam daí agora que eu quero ver quem fez esta bagunça.
Curiosos sobre quem poderia ser aquela voz, resolveram espiar.
– É você Peter Pan! – gritou Jake saindo imediatamente de trás do móvel onde se escondia. – Eu sempre quis te conhecer.
– Quem são vocês e de onde vieram? – perguntou o menino vestido de verde com sua pequena espada em punho.
– Meu nome é Izzy e quero saber onde está a fada Sininho.
– Eu sou o Jake e vim de Marte só para conhecer você e sua ilha. Eu quero morar aqui na Terra do Nunca.
Peter Pan ainda duvidava do que os dois falavam, mas guardou a espada. Se aproximou e começou a contar o que estava acontecendo por ali. Jake e Izzy ouviam atentamente, pois queriam saber onde estavam os moradores da ilha.
Peter pan contou que o capitão Gancho havia levado todos para o seu navio Jolly Roger. Ele queria atrair Peter Pan para lá e conseguir finalmente a sua vingança tão esperada. Gancho descobriu um grande segredo que fazia parte da magia da Terra do Nunca: se a ilha ficasse inabitada por 24 horas ela desapareceria por completo, como s nunca tivesse existido. Sabendo disso, Gancho planejou sequestrar todos e mantê-los no navio que ficava em alto mar, longe da ilha. Quando ouviram a história jake e Izzy resolveram imediatamente ajudar Peter a salvar a ilha libertando todos.
Mas como fariam isso? Gancho era muito esperto e astuto.
Jake teve uma ideia:
– Gancho não sabe que nós estamos aqui. Podemos aproveitar esta vantagem como fator surpresa.
– Enquanto eu distraio ele chamando para um duelo, vocês libertam a Sininho e com a ajuda dela podem resgatar os outros. Não se esqueçam que temos só até o nascer do sol para fazer isso, caso contrário a ilha desaparecerá para sempre. – disse Peter Pan.
– Sininho? Eu quero salvá-la. Deixa comigo. – disse animada Izzy.
– Estou procurando algo que tenho guardado pra usar na hora certa. Com isso, poderemos enganar o Gancho. O problema é que não estou encontrando no meio desta bagunça. – disse Peter Pan enfiado até o pescoço numa montoeira de objetos e roupas dos meninos perdidos. Tinha de tudo: lenço de cowboy, arcos e flechas, capas, roupas usadas, gorros de todos os tipos, brinquedos, resto de sanduíches de alguns meses atrás (eca!), meias sujas fedorentas, pedaços de tendas e barracas, disfarces variados, roupas indígenas… Peter encontrou de tudo, menos o relógio que queria. Então gritou:
– Silêncio! Estou ouvindo um barulho.
Ninguém entendeu e fecharam a matraca.
– Tic-tac… tic-tac… tic-tac…
Claro, todos conheciam aquele som que deixava o Gancho enlouquecido. Mas de onde estava vindo? Peter já tinha revirado tudo quando aproximou o ouvido do armário. Sim, estava lá atrás. Bastou afastar o móvel da parede e pegar o precioso objeto que faria parte do plano.
– Achei! Vou enganar aquele bacalhau! Agora vamos, temos muito a fazer!
Os três amigos foram andando cautelosamente até avistarem o Jolly Roger ancorado longe da praia. Era um lindo dia de sol, estava muito quente. A ilha estava muito silenciosa desde que gancho tinha levado todos.
Peter, Jake e Izzy precisavam pensar num jeito de chegar até o navio sem serem vistos.
Peter colocou a mão no bolso e tirou um punhado de pó mágico:
– Estava guardando por precaução, para o caso de precisar. Agora é a hora de usar. Eu preciso da ajuda de vocês lá no navio.
Não dava para esconder o sorriso de alegria de Jake e Izzy. Eles estavam determinados para vencer aquela batalha. mas o que eles não imaginavam é que havia vários marujos do Capitão gancho em botes cercando o navio. Ao ver isso, Peter sugeriu:
– Terei que distrai-los. Vocês usem o pós mágico para voar até o navio e tentem encontrar a Sininho. Ela deve saber onde o Gancho prendeu os habitantes da ilha.
– Pode deixar com a gente, Peter! – disse Jake bem animado.

CONTINUA NA PRÓXIMA TERÇA FEIRA.